quarta-feira, 28 de abril de 2010

Projeto de inclusão Literária


A Nova Coletânea, projeto de inclusão literária, incentivo à leitura e fomento à produção escrita, inicia 2010 com um marco em sua trajetória inclusiva. São 230 OBRAS e 140 autores publicados em suas páginas. Além de lançar no mercado novos autores e escritores consagrados pelas academias literárias do país, o projeto ganha abrangência internacional num feito que surpreende seus organizadores.Dada a credibilidade do projeto na rede virtual, a Nova Coletânea conta com a participação de autores argentinos, mexicanos, africanos, espanhóis e até japoneses em seu grupo de associados. A literatura contemporânea está atualizada nas inúmeras páginas dos livros que o escritor Bruno Resende Ramos e o editor Edir Barbosa organizam.Com a parceria da Suprema Gráfica e Editora, o projeto deu uma grande salto na sua qualidade editorial. No ano da Copa, quem sai na frente, segundo o organizador é o novo autor. Para esse, muitos craques vêm compor a coletânea denominada “Livre Pensar Literário”. Não por acaso, em sua 5ª antologia, muitas mãos escritoras se mobilizam em favor da qualidade e do talento, bem como de uma mensagem ao mundo que o quer refazer pela ética e a inclusão cidadã. Seja no olhar inclusivo da imortal autora mineira Cirene Ferreira Alves, viçosense da Zona da Mata, seja pela introdução ao ensaio filosófico de Maya Murofushi, atriz e modelo japonesa presente na coletânea. O projeto chega nas vias de impressão, mostrando a força que tem o trabalho coletivo. Ao escolher a escritora Cirene Ferreira Alves, homenageada pela edição, a organização entendeu a importância de sua contribuição literária à contemporaneidade dada a maravilhosa carreira e brilhante compor literário no universo narrativo. OBRAS como "Marciela", "Tereza" (presente na antologia) e "Crepe da China" são verdadeiros manifestos em favor de uma abordagem inclusiva que é o ideal do projeto. Nela, a valorização da mulher, daquela que está à margem do olhar humano, da vida social e até familiar. Impossível não perceber a sensibilidade com que conduz o discurso, despertando em nós a compreensão da estrutura excludente do pensamento e da cultura hodierna. O livro traz como novidade, ainda, novos autores selecionados pela sensibilidade dos organizadores como promessas às vias da literariedade; são eles: Demócrito H. F. Júnior, Maria Geilza, Flávia Simplício, Suely Ribella, Soninha Porto, Carlos Conrado, Herbert Sena, Samuel Costa,Osvaldo Lima, Dhiogo J. Caetano Josimar Santos, José Mauro, Júlia Freitas, Iris Maikon, Neri França, Ângela Togueiro, J. Levy, Marla Rebel, Auricélio, e Ângelo J. de Carvalho. Sempre acolhidos com carinho e reconhecido sucesso nas páginas do projeto parceiros que fazem o livro brilhar aos olhos de leitores de todo o Brasil, eles são o grande motivo para a continuidade da Nova Coletânea; quem? – respondem os organizadores: Aristides F. Filho, Mariano Sousa, Valdeck Almeida de Jesus, Dora Dimolitsas, Fernando S. Campos, Constança Chaves, Ivanete Nogueira, Wilson Gorj, Cilla Noronha, Maria Angélica, Renata Ragagnin, Roberto Siuves, Carla Ivana e Edir Resende.Entre os autores que levam o projeto para o exterior estão, Juan Guinot (Argentina), Diana Rios (México), Sandra Reis Mosteiro ( Espanha), Adérito Mazive ( Moçambique) e Maya Murofushi ( Japão).Orgulhoso por ser mineiro, o escritor Bruno Resende Ramos vê o Estado bem representado nas antologias temáticas do projeto que lhes tem na maioria, tanto autores da capital como do interior, juntos fazendo brilhar o nome das Minas na arte da composição escrita.